ANS Fixou Reajuste Para Planos de Saúde Em 6,73% e No Ano Que Vem Pode Aumentar Mais 11%

Nesta sexta-feira 11/06/2010, a ANS autorizou em 6,73% o índice de reajuste para os planos de saúde médico-hospitalares, individuais ou familiares, assinados a partir de janeiro de 1999. Cerca de 56 milhões de consumidores serão afetados.

Segundo a Abramge (Associação Brasileira de Medicina de Grupo), os convênios médicos deverão ficar cerca de 11% mais caros em 2011, por causa das novas normas (NR 211) do dia 7 de junho de 2010 quando as operadoras foram obrigadas a proporcionar mais 73 novos exames médicos e odontológicos e também aumentar os números de consultas psicológicas, para nutricionistas, fonoaudiólogos e terapeutas ocupacionais.

A ANS informou que o índice de reajuste deste ano não sofreu influências das novas coberturas, mas o reajuste do ano de 2011 virá com o impacto do rol dos novos procedimentos que entrou em vigor na 2ª feira passada.

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Novas Mudanças Nos Planos de Saúde Excluem mais de 10 milhões

Nova regulamentação da ANS (NR 211 de 7 de junho de 2010) excluirá mais de 10 milhões de clientes antigos. A nova determinação da ANS incluiu 70 novos exames e odontológico, entre eles oncologia para detecção de câncer no pulmão e aumentou o número de consultas anuais de psicologia, fonoaudiólogo, nutricionistas e terapias ocupacionais.

Os contratos assinados antes de 2 de janeiro de 1999, não são amparados pelas novas determinações da Agência Nacional de Saúde, pois o setor foi regulamentado a partir desta data. Isso não significa dizer que o cliente que tem contrato assinado antes desta data, não disponha das novas regras ou parte dela, pois algumas operadoras já ofereciam alguns procedimentos das novas regras.

O importante é: os clientes que têm plano de saúde assinado antes de 2 de janeiro de 1999, saberem se o contrato que está vigente com a operadora oferece os novos procedimentos ou parte deles. Ao saber do que têm direito, fazer o julgamento se atende às expectativas.

Lei as novas regras na integra aqui.

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Novas Regras Para Plano de Saúde – RN 211 de 7 de junho de 2010

Mudou a cobertura para planos de saúde no dia 7 de Junho. As operadoras serão obrigadas a proporcionar mais 73 novos exames médicos e odontológicos e também aumentar os números de consultas psicológicas, para nutricionistas, fonoaudiólogos e terapeutas ocupacionais.

A nova determinação da ANS irá beneficiar em torno de 44 milhões de usuários. Contratos datados a partir de 2 de janeiro de 1999 terão que seguir a nova lei.

No primeiro momento as mudanças não terão peso grande nos custos, mas pode ser repassada, principalmente sobre os contratos de grupos. Como o reajuste é anual e leva em consideração os custos que as operadoras têm com exames nos últimos 12 meses, os clientes que já tem plano de saúde poderão ver os seus planos sofrerem aumento a partir de 2011. As operadoras também poderão aumentar os valores dos planos para novos clientes.

Os novos procedimentos estão o pet-scan oncológico, exame de imagem que detecta câncer no pulmão e nos vasos linfáticos, e o transplante de medula óssea para tratamento de leucemia e outras doenças relacionadas ao sangue. Os novos exames odontológicos estão a radiografia panorâmica da mandíbula e da maxila e a implantação de coroa e blocos dentários. As consultas com fonoaudiólogo passam de seis para até 24 vezes por ano, enquanto os nutricionistas poderão ter 12 consultas por ano. Terapias com psicólogos sobem de 12 para até 40 consultas por ano, desde que sejam indicadas por um psiquiatra.

Lei as novas regras na integra aqui.

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Você Já Sofreu ou Praticou Bullying?

Em Santa Catarina existe uma lei para acabar com bullying entre os alunos. Para isso as escolas estão realizando uma conscientização entre pais e alunos. É comum vermos uma ou um grupo de crianças ou adolescentes intimidando, perseguindo, colocando apelido, difamando, batendo, xingando, discriminando ou ridicularizando outra criança ou adolescente. Para o agressor pode parecer brincadeira, mas para a vítima é constrangedor e torturante.

Bullying é uma palavra em inglês utilizada para descrever atos de violência física ou psicológica, intencionais e repetidos, praticados por um indivíduo (bully ou “valentão”) ou grupo de indivíduos com o objetivo de intimidar ou agredir outro indivíduo (ou grupo de indivíduos) incapaz(es) de se defender.

“A intolerância, o desrespeito às diferenças são a base do bullying. É justamente você não saber conviver com as diferenças, desrespeitando o fato de que todos nós temos os mesmos direitos em que pese sermos diferente”, alerta Priscila Linhares, promotora de justiça.

Os indivíduos que praticam bullying, sentem-se incentivadas quando vêem os outros o respeitando, mesmo que seja por medo. É como se aumentasse a popularidade do agressor. E esse comportamento acaba se repetindo na sua vida adulta, pois ele pode se repetir na faculdade, no trabalho, com sua vizinhança, em fim no convívio social. Os outros colegas, por medo acabam se calando ou se tornando amigo do agressor para não sofrerem os mesmos tipos de agressões.

O bullying deveria ser reprimido pela escola e seu corpo docente, pois na formação de um futuro cidadão ele poderá ser uma pessoa agressiva, geralmente por praticar ou sofrer bullying na infância, ou ser muito tímida e retraída por apenas sofrer essa perseguição dos “amiguinhos”. Mas em vez disso as escolas acham que é normal, que é brincadeira entre crianças e adolescentes. No máximo o que se vê é uma simples advertência verbal e dificilmente os responsáveis são chamados para que ajudem na correção do comportamento de seus filhos.

Os pais na maioria das vezes, quando percebem acabam achando normal também, que é só brincadeira entre crianças ou adolescentes, quando na verdade deveriam corrigir seus filhos para que no futuro eles sejam cidadãos melhores. Claro que a maioria nem sabe que seus filhos praticam ou sofrem isso na escola. Só percebem quando estão diferentes. Alguns em vez de cobrar da escola uma solução, incentivam seus filhos a revidarem, o que pode piorar a situação. Incentivam na maioria das vezes, por já ter passado por isso quando criança, ou praticando ou sofrendo bullying. Muitos adultos têm vergonha de admitir, pois é vergonhoso ser vítima e feio praticar esse ato.

Um dos casos mais chocantes de bullying escolar foi o de Curtis Taylor, um aluno do oitavo ano de uma escola secundária em Iowa, Estados Unidos. Curtis foi vítima do bullying durante três anos consecutivos: era espancado nos vestiários da escola, suas roupas eram sujas com leite achocolatado e seus pertences, vandalizados. Curtis não resistiu ao sofrimento e humilhação e se suicidou em 1993. Este não foi um caso isolado. Na década de 90, os Estados Unidos se depararam com uma onda de tiroteios em escolas, realizados por alunos que se intitulavam vítimas da prática.

Seria muito importante e bom se todos os estados seguissem o exemplo de Santa Catarina onde além de ter uma lei estadual, cobrassem das escolas, sejam públicas ou privadas, para que orientassem aos alunos a não praticarem bullying. Claro que os pais também devem participar da correção de comportamento de seus filhos, já que eles serão muito em breve, cidadãos atuantes na sociedade.

Veja a Matéria da Globo no Jornal Hoje do dia 30/04/2010.

Veja a Matéria sobre o assunto no Jornal Nacional da Globo.

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As Camisinhas Só Diminuem o Risco de Ser Infectado por HIV em 69%. Elas Não São 100% Seguras!

Existem muitos estudos publicados que fazem surgir dúvidas a respeito da eficácia do uso de preservativos como forma de prevenir doenças sexualmente transmissíveis. Nos EUA existem grupos de mais de 10.000 médicos que acusam o CDC – Centre for Disease Control e o governo americano de ocultar pesquisas que mostram o fato.

A camisinha não é 100% segura, e falha em 1/3 dos casos. Isso quer dizer que, em média, 3 relações sexuais com camisinha equivalem a 1 relação sem a mesma. Nesta proporção, é conveniente citar que é um alto o risco, já que a AIDS, ainda não tem cura e outras doenças sexualmente transmissíveis requerem tratamentos específicos e longos.

Muitas pesquisas já mostraram isto, como diz a pesquisadora Dra. Susan C. Weller, no artigo “A Meta-analysis of condom Effectiveness in Reducing Sexually Transmitted HIV, publicado na revista Social Science and Medicine”, (1993, vol. 36, issue 12,pp.1635-1644), que afirma: “Presta desserviço à população quem estimula a crença de que a camisinha evitará a transmissão sexual do HIV. Quanto aos estudos da transmissão do HIV, indicam que a camisinha diminui o risco de infecção pelo HIV aproximadamente em 69%, o que é bem menos do que o que normalmente se supõe”(Revista Pergunte e Responderemos, n° 409/1996, pp 267-274).

O preservativo indica que são 87% eficaz contra a gravidez. Muitas pessoas acreditam que sejam em torno de 99%, mas na verdade está bem abaixo disso, tanto para se evitar gravidez ou para se evitar doenças.

Outra pesquisa importante divulgada pela “Rubber Chemistry & Technology”, Washington, D.C., junho de 1992, afirma que: “Todos os preservativos têm poros de 50 a 500 vezes maiores que o vírus da AIDS”, ou seja, que podem passar pelos poros microscópicos da camisinha, possibilitando o contágio. Esses poros são menores do que as partículas de oxigênio, mas maiores do que o vírus do HIV.

Neste sentido muitos religiosos, principalmente da Igreja Católica, tentam informar esses fatos a seus seguidores e para a humanidade, mas são maus interpretados.

Cabe a cada um julgar o que é melhor para si, independentes de religião ou programas governamentais. O que vale é saber as verdadeiras informações e conforme a educação ou conhecimento do indivíduo, buscar o que melhor lhe parece.

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